Portos Brasileiros

Publicado: 8 de abril de 2011 em Sem categoria

Região Sul

ü Porto de Rio Grande

A grandeza do Porto do Rio Grande não está somente no nome.

Privilegiado por seus aspectos geográficos, o Porto do Rio Grande consolidou-se como o porto do Conesul, tendo forte atuação no extremo sul do Brasil, estando entre os mais importantes portos do continente americano em produtividade, oferecendo serviços ágeis e de qualidade. Dotado de uma completa infraestrutura operacional o porto gaúcho é considerado o segundo mais importante porto do país para o desenvolvimento do comércio internacional brasileiro. No entanto, o Porto não para de realizar investimentos em infraestrutura, estando sempre adequado aos padrões internacionais. WWW.portoriogrande.com.br

ü Porto de Pelotas:

O Porto de Pelotas, administrado pela Superintendência de Portos e Hidrovias, exerce importante papel no processo de desenvolvimento econômico da metade sul na geração de trabalho e renda e na diminuição dos custos logísticos para as empresas exportadoras e importadoras da região. As operações de cargas e descargas são efetuadas com rapidez e segurança, garantidas pela constante qualificação do trabalho, da modernização dos seus equipamentos, da conservação e adequação dos armazéns e da segurança realizada por profissionais especializados.

Pelotas – instalado à margem esquerda do Canal São Gonçalo, mantém 55 Km de distância de Rio Grande e 278 Km da Capital do Estado. www.sph.rs.gov.br

ü  PORTO DE PORTO ALEGRE

ORIGEM

A construção do porto foi iniciada no ano de 1911, por iniciativa do governo do estado do Rio Grande do Sul. Em 26 de agosto de 1913, foram concluídos 146m de cais com 4m de profundidade, em frente à praça Senador Florêncio. A partir de 1919 em função da maior demanda de movimentação de mercadorias com a abertura de canais interiores no Rio Grande do Sul, começou a operar comercialmente em 1º de agosto de 1921, o primeiro trecho de cais de atracação, com 300m, sob a administração da Secretaria da Fazenda do governo estadual. Somente com a edição do Decreto nº 24.617, de 9 de julho de 1934, foi regularizada a autorização ao estado para explorar o porto durante 60 anos. www.sph.rs.gov.br

ü Porto de Estrela

ü Porto de Laguna

ü Porto de Imbituba

ü Porto de Itajaí

Constituído pelo Porto Público de Itajaí e demais terminais portuários instalados nas margens direita e esquerda da Foz do Rio Itajaí, instalações de apoio logístico em operações nas cidades de Itajaí e Navegantes e completa infraestrutura para embarque e desembarques de cargas dry e reefer, o Complexo Portuário do Itajaí é hoje a principal opção para o os exportadores e importadores que operam em Santa Catarina e um dos principais complexos do Brasil. Localização estratégica, moderna infraestrutura e mão de obra qualificada são os adjetivos que o identificam.

ü Porto de São Francisco do Sul

ü Porto de Paranaguá

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) irá investir R$ 44,9 milhões, com recursos próprios, na ampliação da capacidade de recebimento e armazenagem do complexo público do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá. Esse é o valor máximo estipulado no edital de licitação, que foi publicado, nesta segunda-feira (21), no Diário Oficial do Estado. O novo silo horizontal comportará até 107 mil toneladas de grãos, que se somará a capacidade de armazenagem do silo já existente, de 100 mil toneladas. WWW.portodeparanagua.com

ü Porto de Antonina

Região Sudeste

ü Porto de Santos

Está localizado no centro do litoral do estado de São Paulo, estendendo-se ao longo de um satuário limitado pelas ilhas de São Vicente e de Santo Amaro, distando 2km do oceano Atlântico. Em 2 de fevereiro de 1892, com a atracação do vapor Nasmith, de bandeira inglesa, foram inaugurados os primeiros 260m de cais, em substituição aos trapiches e pontes que existiam no Valongo, representando o início do funcionamento das instalações do porto de Santos como porto organizado. A partir de 7 de novembro de 1980, a administração foi assumida pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

ü Porto de São Sebastião

ü Porto de Angra dos Reis

ü Porto de Itaguaí

ü Porto do Rio de Janeiro

O Porto do Rio de Janeiro estabeleceu-se em enseada da costa ocidental da baía de Guanabara e está situado na latitude 22 54´23” Sul e na longitude 43 10’ 22” Oeste de Greenwich (coordenadas do antigo observatório Astronômico). Em princípios do século 20 corrente os serviços de expedição de mercadorias para o exterior, e para os Estados por via marítima e do recebimento das provindas de fora, por mar, eram efetuadas geralmente por meio de saveiros que atracavam em pontes quase todas de madeiras, “piers” ou cais de pequeno calado d’água; apenas algumas dessas construções acostavam vapores de pequena cabotagem. http://www.portosrio.gov.br

ü Porto de Niterói

ü Porto de Forno

ü Porto de Vitória

A história portuária do Espírito Santo tem sua origem no crescimento da cultura cafeeira na Província do Espírito Santo, a partir de 1870, tornou saturado o Porto de Itapemirim, então utilizado para o escoamento agrícola, essencialmente de cana de açúcar. Como alternativa, foram previstos embarques em outro atracadouro, denominado Cais do Imperador, na parte sul da Ilha de Vitória. Em 28 de março de 1906, o governo federal autorizou à Companhia Porto de Vitória (CPV) a implantação de novas instalações no mesmo local, ficando a cargo da empresa C. H. Walker & Co. Ltd. a execução 1130 metros de cais. As obras, no entanto, foram interrompidas em 1914. A União encampou a concessão dada à CPV e transferiu-a ao governo estadual pelo Decreto n.º 16.739, de 31 de dezembro de 1924, tendo sido a construção do porto retomada no início de 1925. Sua inauguração ocorreu em 03 de novembro de 1940, assinalando o começo do atual complexo portuário. http://www.portodevitoria.com.br

Região Nordeste

ü Porto de Ilhéus

As atividades portuárias de Ilhéus se entrelaçam historicamente ao fenômeno econômico gerado na região pela produção cacaueira do início do século XX. Mas já datam de 1883 os registros de movimentos políticos conduzidos pelo Legislativo de Ilhéus, com o objetivo de arrecadar recursos financeiros para promover reformas no ancoradouro, na Foz do Rio Cachoeira. Reformas só ocorreram anos depois, quando através de contrato firmado pela prefeitura de Ilhéus e o Sr.Bento Berillo, construiu-se, em meados da segunda década do século XX, uma ponte metálica e um cais.

É de 1914 o registro do primeiro embarque de cacau, que foi levado diretamente de Ilhéus para Salvador. Essa atividade se repetiu anos e anos e, até a eclosão da crise cacaueira, apresentou um volume de escoamento crescente.

Entre os anos de 1919 e 1969, a atividade portuária em Ilhéus recebeu investimentos, foi alvo de mobilização política e empresarial no sentido de melhorar e explorar o Porto. Através da representação da Companhia Industrial de Ilhéus S/A, foi inaugurado o Cais de Saneamento, houve a construção de armazéns e a execução de diversas obras de melhoramento do Porto, que sempre contaram com o apoio popular dos cidadãos.

Na década de 40, foi detectada a necessidade de construção de um novo porto, diante das deficiências verificadas no porto do Rio Cachoeira. Decidiu-se, então, pela construção do novo porto, na ponta do Malhado, o primeiro a ser construído em mar aberto no Brasil, e que veio a ser inaugurado em 1971: Porto de Malhado. Suas atividades se intensificaram mas, em 1977, com a criação da Codeba, o antigo Porto de Ilhéus, já totalmente desativado, juntamente com o novo Porto do Malhado, teve seu patrimônio e controle incorporado à Companhia das Docas do Estado da Bahia.

Para mais informações sobre o Porto de Ilhéus, a Codeba possui um Centro de Documentação e Informação – CDI, cujo acervo bibliográfico está aberto ao público de segunda à sexta-feira, das 8:00 às 12:00h e das 13:00 às 17:00h. http://www.codeba.com.br Contato via e-mail:cdi@codeba.com.br

ü Porto de Aratu

ü Porto de Salvador

Porto de Salvador
Durante o período colonial, o Porto de Salvador era freqüentemente denominado “Porto do Brasil”, como se não existisse outro ancoradouro em toda a Colônia. A referência traduzia o significado histórico e econômico do porto na vida nacional durante a “Era Mercantilista”. 

Desde meados do século XVI, o ancoradouro funcionou como porto importador de mercadorias procedentes de Portugal e da África e como exportador de produtos tropicais para o Reino.

 

 

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Os produtos exportados pela Bahia, entre os séculos XVI e XVII, para Portugal e as possessões ultramarinas, já era bastante diversificada. Artigos como o açúcar, o pau-brasil, o algodão, o fumo, o couro e a aguardente para lá se destinavam a partir do Porto de Salvador.

ü Porto de Maceió

ü Porto de Suape

ORIGEM:                                                                                                                                           O porto de SUAPE foi inicialmente previsto para operar produtos combustíveis e cereais a granel, em substituição ao porto de Recife. Na oportunidade, sua construção foi associada à idéia de atender a um distrito industrial localizado em área adjacente às instalações portuárias. A Lei nº 7.763, estadual, de 7 de   novembro de 1978, criou  a empresa SUAPE  –  Complexo Industrial Portuário, com  a  finalidade  de administrar o desenvolvimento das obras.                       A implantação começou pelo molhe sul, em 15 de março de 1980, sendo inaugurados o píer em 9 de novembro de 1982 e o primeiro berço do cais em 9 de maio de 1986.

ADMINISTRAÇÃO:                                                                                                                          É administrado pelo governo do estado de Pernambuco através da empresa SUAPE – Complexo Industrial Portuário, por autorização do governo federal, pelo convênio firmado em 9 de abril de 1992.

ü Porto do Recife

ü Porto de Cabedelo

ü Porto de Natal

ü Terminal Salineiro de Areia Branca

ü Porto de fortaleza

Porto de Fortaleza

O antigo Porto de Fortaleza estava situado na região central da cidade, próximo ao Monumento do Cristo Redentor e à Catedral de Fortaleza.Os técnicos que primeiro estudaram as condições do antigo Porto de Fortaleza propuseram a construção de um quebra-mar sobre os recifes do porto e sobre a praia, e de cais ou molhes para acostagem dos navios. Aconselharam o aprofundamento do Canal da Barreta, destruindo-se, caso necessário, uma parte dos recifes, de maneira a aumentar a velocidade das correntes, evitando o assoreamento no Porto.

Em 1875, Sir John Hawkshaw, seguindo as idéias de Zózimo Barroso e Ch. Neat, propôs a construção de um quebra-mar de 670 metros de comprimento, no antigo porto, ligado ao litoral por uma ponte de acesso. A construção do quebra-mar foi iniciada somente em 1887, devido às grandes dificuldades para obtenção da pedra necessária às obras. Entretanto, a sua execução foi prejudicada pelo acúmulo de areia causada pela ação dos ventos, na bacia abrigada pelo quebra-mar.

Em 1897, essas obras foram suspensas, quando o quebra-mar já alcançava 432 metros. Devido ao fracasso do plano Hawkshaw, as condições de serviço de embarque e desembarque no antigo porto tornaram-se intoleráveis para os viajantes e para o comércio.

Em 1908, uma comissão chefiada pelo engenheiro Manoel Carneiro de Souza Bandeira começou uma minuciosa e completa pesquisa no antigo porto e na Enseada do Mucuripe, para levantamentos topo-hidrográficos e para estudo do regime dos ventos, das marés, das correntes e dos movimentos das areias. Já em 1910 foi publicado relatório apresentando os resultados de todos os trabalhos realizados e do estudo para desenvolvimento de um projeto de melhoramento do porto.

Em 1918, o Ministro da Viação e Obras Públicas sustentou a urgente necessidade de execução de obras para melhoramento do Porto de Fortaleza, uma vez que a condições de embarque e desembarque de passageiros e de mercadorias tornavam-se cada vez mais difíceis e perigosas. Era, então, o momento propício para executar as obras de melhoramento do porto, segundo o plano elaborado pelo engenheiro Souza Bandeira, mas, em conseqüência da elevação de salários e preços de materiais de construção verificados na época, tornou-se inviável a realização desse empreendimento.

Também nessa época, o engenheiro Lucas Bicalho, que dirigia a Inspetoria de Portos, cogitou da implementação de um outro plano de melhoramentos menos dispendiosos, semelhante ao Hawkshaw, que satisfizesse a condição de oferecer uma suficiente extensão de cais.

Em 1920, através do Decreto nº 14.555, foi aprovado o projeto organizado pela Inspetoria de Portos, e já no ano seguinte foi contratada a firma Norton Griffths, sob administração, para executar as obras. Os trabalhos tiveram andamento em 1922 e 1923, mas foram suspensos logo depois por motivos administrativos diversos.

Em 20 de dezembro de 1933, através do Decreto nº 23.606, foi outorgada ao Governo do Estado do Ceará uma concessão de 60 anos, contados a partir da data de registro do contrato de concessão no Tribunal de Contas da União.

O Decreto nº 504, de 7 de julho de 1938, modificou o Decreto nº 23.606, na parte referente à localização da construção do porto, transferindo para a Enseada do Mucuripe. No ano seguinte, 1939, foi instalado o canteiro de obras para construção do primeiro trecho de cais. Foram construidos 426 metros de cais acostável ao Porto de Fortaleza pela Companhia Nacional de Construções Civis e Hidráulicas – CIVILHIDRO.

Em 1952, foram construídos os armazéns A-1 e A-2.

Em 1953, deu-se a atracação do Vapor Bahia, primeiro navio a atracar no novo Porto.

No decorrer do ano de 1964, deu-se a construção do armazém A-3, bem como foram iniciados os trabalhos de construção da estação de passageiros, do muro de fechamento e do cais 8 metros de profundidade.

Em 1968, foram inaugurados o armazém A-4, o prolongamento do cais de 10 metros de profundidade e a “Estação de Passageiros”.

Em 1980 foi inaugurado o cais pesqueiro, em 1982 foi inaugurado o píer petroleiro do Porto e em 1984 o armazém A-5.

25 de fevereiro de 1993, com a aprovação de Lei nº 8.630, que dispõe sobre o regime jurídico da exploração dos portos organizados e das instalações portuárias, o ambiente institucional portuário é inteiramente alterado, modificando-se as estruturas organizacionais das companhias Docas.

Em 1995 é criado o OGMO – Órgão Gestor de Mão de Obra – no Porto de Fortaleza. Em 96 é feita a recuperação do mole do Titan.

No ano de 2004, a Companhia Docas do Ceará realiza o aprofundamento de diversas áreas da enseada, de 10m para 11,5 m. É a primeira parte da dragagem que será concluída a partir de 2008 com um aprofundamento para até 13m do calado do Porto. Também neste ano inaugura-se a primeira linha comercial regular ligando o porto de Praia, capital do arquipélago do Cabo Verde, ao Mucuripe, em Fortaleza.

Em 2007 é feita a obra da cortina de contenção no Porto, que visa conter o enrocamento do cais dando segurança para o prosseguimento da segunda etapa de dragagem. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina medida provisória (MP369, de 7 de maio de 2007), criando a Secretaria Especial de Portos.

ü Porto do Itaqui

Região Norte

ü Porto de Vila do Conde

ü Porto de Belém

ORIGEM:                                                                                                                                                          O projeto de construção do porto de Belém foi elaborado no começo do ano de 1897, prevendo novas instalações de atracação e armazenagem em substituição às precárias docas de Ver o Peso, Reduto e Souza Franco. As obras tiveram início com a edição do Decreto nº 5.978, de 18 de abril de 1906, que autorizou a implantação do projeto, e do Decreto nº 6.283, de 20 de dezembro de 1906, que definiu o funcionamento da Port of Pará Co.,   de capital   privado,   como concessionária   do porto.   O primeiro trecho de cais, com 120m, e um armazém para carga geral, com 2.000m2, foram inaugurados em 2 de outubro de 1909.Pelo Decreto-Lei nº 2.142, de 17 de abril de 1940, a União assumiu a direção do Porto de Belém, criando as administrações autônomas: Serviço de Navegação da Amazônia (SNAPP) e a Administração do Porto do Pará. Mais tarde, o Decreto-Lei nº 155, de 10 de fevereiro de 1967 extinguiu a SNAPP, dando lugar a Empresa de Navegação da Amazônia S.A. (Enasa), e a Companhia   Docas   do   Pará   (CDP),   ambas   sociedades   de   economia   mista.   Esta   última vinculada à Portobras, extinta em 1990 e por sucessão à União

ADMINISTRAÇÃO:                                                                                                                       O porto é administrado pela Companhia Docas do Pará (CDP). LOCALIZAÇÃO Está localizado na margem direita da baía de Guajará, em frente à Ilha das Onças, na cidade  de Belém (PA), distando aproximadamente 120km do oceano Atlântico.

ÁREA DE INFLUÊNCIA:                                                                                                           Abrange a quase totalidade do território  paraense, destacando-se  a região  centro-leste do estado, bem como, o extremo norte de Goiás e o sudoeste do Maranhão.                                       Fonte:  http://www.antaq.gov.br

ü Porto de Macapá

ü Porto de Santarém

ü Porto de Manaus

Com o desenvolvimento econômico produzido pela borracha, tornou-se necessária a ampliação das instalações portuárias existentes, que se resumiam no prédio da Recebedoria (atual prédio de Operação), e o trapiche “15 de Novembro”, construído em 1890.
Em 13 de outubro de 1869, D. Pedro II sancionou a Lei de nº. 1.746, que autorizava os presidentes das províncias a controlar a construção, nos diferentes portos do Império de docas e armazéns para carga e descarga de mercadorias. Trinta anos depois, em 5 de setembro de 1899. O Governo Federal publicou edital de concorrência para execução de obras de melhoramento do Porto de Manaus.
O prazo para a entrega das propostas foi prorrogado até abril de 1900. A vencedora da concorrência foi a firma paulista B. Rymkiewcz & Cº, que assinou o contrato em 25 de agosto de 1900. O contrato estabeleceu o prazo de 60 anos, a contar da data de inauguração das obras para a exploração do Porto. A firma tinha como obrigações: Regularizar a margem do rio, construir um cais, rampa de acesso, obras permanentes e flutuantes para a atracação de qualquer navio em qualquer época do ano, e serviços de carga, descarga e armazenagem com relação a pequena e grande navegação.

Desde o período em que se conheceu o resultado da concorrência até 1902, a firma B. Rymkiewcz & Cº, quase nada cumpriu das cláusulas do contrato firmado com o Governo Federal. Com a denominação de “Empresa de Melhoramentos do Porto”. a mesma firma assinou o contrato com o Governo Estadual para construir e explorar, sem prejuízo da execução do contrato com o Governo Federal, uma parte provisória com vastos armazéns e espaçosas acomodações para carga, além de transferir para seu encargo o trapiche estadual “ 15 de Novembro “e respectiva ponte. Em 1902, a firma B. Rymkiewcz e a Empresa de Melhoramentos do Porto transferem seus contratos para a empresa inglesa “Manaos Harbour Limited”.

Início das obras do Porto de Manaus

Oficialmente as obras de melhoramento do Porto de Manaus tiveram início em 7 de outubro de 1902, em solenidade que contou com a presença do governador do estado Dr. Silvério Nery. As obras foram realizadas por etapas:
– Em 1903, foi construída a Casa de Máquinas ( hoje sede do Museu do Porto ), o armazém nº 7 e um cais provisório.
– Em 1904, foram construídos os armazéns nº 9 e 10, a torre metálica para a caixa- d’água, as linhas férreas destinadas aos serviços dos armazéns do Porto, o cais do Roadway e instalações dos primeiros geradores de eletricidade.
– Em 1905, foram calçadas as áreas em torno dos armazéns nº 9 e 10.
Construiu-se um pequeno muro de arrimo na base dos mesmos armazéns e um plano inclinado em frente ao armazém nº 7.
– Em 1906, foi erguido o prédio da Alfândega e Guardamoria, o segundo trecho do cais de alvenaria, o prolongamento da plataforma de madeira, o armazém nº 0 e a ponte flutuante do Roadway.
– Em 1907, o prédio do Escritório Geral e as galerias de esgotos.
As obras arrastaram-se morosamente por longos anos, sendo concluídas por volta de 1919. WWW.portodemanaus.com.br

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