ÁCIDO SUFÚRICO

Publicado: 20 de junho de 2011 em etrentendimento

O Ácido Sulfúrico tem a formula H2SO4 e, quando livre, pode ser encontrado em fontes minerais como águas de rios. O H2SO4 é um líquido incolor, inodoro, oleoso e pesado (densidade=1,4 a 15° C). Ponto de Fusão é de 10,4° C e o Ponto de Ebulição é de 290° C e a Massa Molar é de 98,08.                                                                                                                     Sulfato de Hidrogênio, Ácido de Bateria e Espírito de enxofre, são seus sinônimos.           É comum encontrar H2SO4 no comércio sob forma de soluções aquosas de diversas concentrações. A dissolução de tri óxido de enxofre no ácido sulfúrico da origem ao ácido sulfúrico oleoso que pode emitir fumaças esbranquiçadas.                                                            Reage fortemente com diversas substâncias orgânicas. A reação libera muito calor e pode ser explosiva. Ao se derramar água sobre ele (concentrado), ele explode, projetando líquido à distância.

Reage com água, álcool, metais em pó, carburetos, bases anídricas, clorados, cromatos, permanganatos, nitratos, fulminatos, fluo silícios. Ele ataca o ferro, o zinco e o cobre, mas não tem ação sobre o chumbo. É o ácido mais importante economicamente. Na década de 60 o grau de desenvolvimento industrial de um país era avaliado pela quantidade de ácido sulfúrico que ele produzia e consumia. O consumo se dá na fabricação de fertilizantes, papel, corante e baterias de automóveis. Ele é oxidante e desidrataste e, devido a isto, tem ação corrosiva sobre tecidos orgânicos vivos, produzindo queimaduras na pele, com a formação de manchas pretas ocasionadas pela carbonização.

Os alquimistas já utilizavam o ácido sulfúrico, e denominavam óleo de vitríolo.

Ele carboniza os hidratos de carbono:                                                                     C12H22O11 à H2SO4 à12C(carvão) + 11H2O

Dados do Ácido Sulfúrico

Sinônimos – Oil of vitriol; Babcock acid; Sulphuric acid

Fórmula Química – H2SO4

Identificação dos Danos                                                                                           Corrosiva! Cancerígeno! Causa severas queimaduras por todo o corpo. Pode ser fatal se ingerido ou em contato coma pele, nocivo se for inalado, afetando apenas os dentes.

Equipamentos de Segurança para uso:                                                                         Óculos de segurança ou protetor facial, Avental ou Jaleco, Luvas impermeáveis


Efeitos potencias á saúde

Inalação                                                                                                                             Causa irritação ao trato respiratório e mucosas das membranas. Sintomas incluem irritação do nariz e garganta e fadigo respiratória, pode causar edema pulmonar.

Ingestão                                                                                                                             Pode causar severas queimaduras na boca, garganta e estômago, levando à morte, dor de garganta, vomito, diarréia, colapso circulatório, pulsação fraca e rápida, baixa respiração e pouca urina se o ácido for ingerido.

Contato com a pele                                                                                                         Os sintomas mais freqüentes são vermelhidão, dor e severas queimaduras, pulsação fraca e rápida, baixa respiração e pouca urina se o ácido for posto em contato com a pessoa.

CLORO

Publicado: 20 de junho de 2011 em etrentendimento

 

O cloro ( grego khlorós, esverdeado ) é um elemento químico, símbolo Cl de número atômico 17 ( 17 prótons e 17 elétrons ) com massa atômica 35,45 u, encontrado em temperatura ambiente no estado gasoso. Gás extremamente tóxico e de odor irritante, foi descoberto em 1774 pelo alemão-sueco Karl Wilhelm Scheele.

O elemento cloro está situado na série química dos halogênios ( grupo 17 ou VIIA ). No estado puro, na sua forma bi atômico (Cl2) e em condições normais de temperatura e pressão, é um gás de coloração amarelo esverdeada, sendo duas vezes e meia mais pesado que o ar. É abundante na natureza e é um elemento químico essencial para muitas formas de vida.

Disperso na crosta terrestre e na água do mar, de onde pode ser obtido, o cloro é muito usado como desinfetante por sua ação bactericida. Corpo simples, ametal, de símbolo Cl, número atômico 17, peso atômico 35,5, gasoso na temperatura ordinária, de cor amarelo-esverdeada e odor sufocante, o cloro é o mais importante dos halogênios e é muito utilizado em vários tratamentos industriais.

O cloro foi obtido pela primeira vez mediante o tratamento de ácido clorídrico (HCl) com dióxido de magnésio, reação efetuada por Carl Wilhelm Scheele, no século XVIII. Humphry Davy determinou, em1810, acomposição do ácido clorídrico, presente nas secreções estomacais responsáveis pela digestão.

Estado natural e propriedades:

O cloro está presente na crosta terrestre numa percentagem de 0,31% do peso, e em estado puro ocorre em pequenas quantidades nos gases produzidos durante as erupções vulcânicas. Sua forma natural é a combinação de dois isótopos (átomos de um mesmo elemento que diferem em seus pesos atômicos. devido a um número desigual de nêutrons em seus núcleos) de pesos atômicos 35,5 e 37, em uma proporção de 3:1, respectivamente.

À temperatura e pressão ambientes, é um gás de cheiro acre e penetrante, que se aspirado em grandes quantidades pode causar asfixia e morte. Devido a sua ação corrosiva, tóxica e irritante para o sistema respiratório e para os olhos, o gás cloro foi utilizado durante a primeira guerra mundial como arma química devido ao forte odor desse gás, perceptível mesmo em concentrações inferiores às consideradas perigosas.

Sua forma iônica negativa, o íon cloreto (Cl¯), é encontrada em maior proporção na água do mar. Durante sua evaporação, o íon cloreto associa-se ao íon sódio (Na+), e forma o sal de cozinha. ou cloreto de sódio (NaCl). O íon cloreto é também encontrado nos fluidos do corpo de animais superiores, onde desempenha funções importantes, entre elas a transmissão dos impulsos nervosos.

Obtenção e combinações:

O cloro é encontrado na natureza sob a forma de cloretos, dos quais o mais importante é o sal de sódio NaCl (sal marinho, sal-gema). Ao mesmo tempo em que a soda, o cloro é extraído desse corpo por eletrólise.

Além do tratamento de águas, para eliminação de agentes patológicos, o cloro é usado no branqueamento do papel e na produção de desinfetantes. Utiliza-se também como matéria-prima na síntese de diversos produtos, como plásticos, gomas, tintas e solventes.

 

FORMOL

Publicado: 20 de junho de 2011 em etrentendimento

                                                                                                                                                          Formol ou formaldeído é um dos mais comuns produtos químicos de uso atual. É o aldeído mais simples, de fórmula molecular H2CO e nome oficial IUPAC metanal.

 Formol

O formol ou formaldeído, solução a 37%, é um composto líquido claro com várias aplicações, sendo usado normalmente como preservativo, desinfetante e anticéptico. Também é usado para embalsamar peças de cadáveres, mas é útil também na confecção de seda artificial, celulose, tintas e corantes, soluções de uréia, tioureia, resinas melamínicas, vidros, espelhos e explosivos. O formol também pode ser utilizado para dar firmeza nos tecidos, na confecção de germicidas, fungicidas agrícolas, na confecção de borracha sintética e na coagulação da borracha natural. É empregado no endurecimento de gelatinas, albuminas e caseínas. É também usado na fabricação de drogas e pesticidas.

Toxicidade
O formol é tóxico quando ingerido, inalado ou quando entra em contato com a pele, por via intravenosa, intraperitoneal ou subcutânea. Em concentrações de 20 ppm (partes por milhão) no ar causa rapidamente irritação nos olhos. Sob a forma de gás é mais perigoso do que em estado de vapor.

Carcinogenicidade (avaliação do potencial cancerígeno)
Em quatro instituições internacionais de pesquisa foi comprovado o potencial carcinogênico do formaldeído.  

É o aldeído fórmico, conhecido também como formaldeído, formalina, metanol ou aldeído metílico. É obtido mediante oxidação catalítica do álcool metílico. É comercializado em solução aquosa, geralmente na proporção de 37% em peso, convenientemente estabilizada para evitar sua tendência à polimerização.
O formol é um líquido incolor, com cheiro sufocante, miscível em água, acetona, benzeno, clorofórmio, álcool e éter etílico.

Aplicações

- Produção de resinas fenólicas, pós para moldagem fenólicos, pós para moldagem uréicos, resinas uréicas e espumas isolantes para a indústria plástica e da madeira (madeira aparelhada).

- Preservador na borracha, adesivos gelatinas e sucos.

- Na elaboração de aprestos e como agente redutor na indústria química (por exemplo na recuperação de ouro e prata).

- Desinfecção nas granjas e nos estabelecimentos para a criação de frangos.

- Elaboração de etilenoglicol, penta-eritritol, hexametilenotetramina, acetaldeído, ésteres da celulose e muitos outros produtos ortgânicos.

- Na elaboração de fertilizantes, fluídos para embalsamamento e biocidas.

- Inibidor da corrosão nos poços petrolíferos.

- Reativo para a elaboração de diversos colorantes.

- Ingrediente para tintas de impressão.

- Ingrediente de preparações fungicidas.

- Endurecedor e preservador do couro.

- Na indústria cosmética, como ingrediente de preparações anti-transpirantes e desodorantes.

- Na indústria fotográfica, na composição de reveladores, junto con hidroquinona e como endurecedor de negativos e impressões.

- Acelerador no processo de vulcanização.

HODRÓXIDO DE SÓDIO

Publicado: 20 de junho de 2011 em etrentendimento

O hidróxido de sódio (NaOH), também conhecido como soda cáustica, é um hidróxido cáustico usado na indústria (principalmente como uma base química) na fabricação de papel, tecidos, detergentes, alimentos e biodiesel. Também usado para desobstruir encanamentos e sumidouros pelo fato de ser corrosivo. É produzido por eletrólise de uma solução aquosa de cloreto de sódio (salmoura).

É utilizado em reações químicas por sua alta reatividade. Exemplos: em degradações, onde é usado para preparar alcanos a fim de diminuir a quantidade de carbono na cadeia. Usado também, juntamente com o óxido de cálcio (CaO), para diminuir a reatividade e prevenir a corrosão dos tubos de ensaio.

O manuseio do hidróxido de sódio deve ser feito com total cuidado, pois apresenta um quadro considerável de danos ao homem. Se for ingerido, pode causar danos graves e as vezes irreversíveis ao sistema gastrointestinal, e se for inalado pode causar irritações, sendo que em altas doses pode levar à morte. O contato com a pele também é um fato perigoso, pois pode causar de uma simples irritação até uma úlcera grave, e nos olhos pode causar queimaduras e problemas na córnea ou no conjuntivo.

Em casos de contato com o hidróxido de sódio, deve-se colocar a região exposta em água corrente por 15 min e procurar ajuda médica, se for ingerido deve-se dar água ou leite à vítima sem provocar vômito na mesma, se for inalado levar a vítima para um local aberto para que possa respirar. Se caso a vítima não esteja respirando, é necessário usar respiração artificial.

Ácido clorídrico

Publicado: 2 de junho de 2011 em etrentendimento

O Ácido clorídrico, HCl, é um ácido inorgânico forte, seu pKa é de -6,3. Isso significa que, em solução, o H+ dele é facilmente ionizável ficando livre na solução, fazendo com que o pH desta seja muito baixo. Em sua forma comercial é também conhecido como Ácido Muriático, vendido em concentrações de no mínimo 33%. Sua aparência é de um líquido incolor ou levemente amarelado. Altamente higroscópico, ou seja, absorve água da atmosfera, por isso o frasco deve permanecer bem vedado para não variar a sua concentração. Outro motivo pra que o frasco permaneça fechado é que, em altas concentrações, o ácido exala vapores altamente irritantes para os olhos e nariz.

A formação de ácido clorídrico é bem reativa e deve ser feita com muito cuidado. No meio industrial essa obtenção pode ser feita de duas maneias: aquecimento a altas temperaturas do gás hidrogênio com o gás cloro, formando o HCl em sua forma pura que é gasosa. Esse gás se dissolve muito bem em água permitindo a confecção da solução de HCl. Ou então com a mistura de ácido sulfúrico (H2SO4) com cloreto de sódio (NaCl) formando o dito ácido e sulfato de sódio (Na2SO4).
Em indústrias e laboratórios, o ácido clorídrico encontra uma gama de utilidades enorme podendo ser utilizado para:

  • Hidrólise ácida de madeiras;
  • Limpeza de equipamentos, chamada também de decapagem, que é a remoção das camadas de metal oxidado;
  • Utilizado como catalisador em reações orgânicas que precisam ser realizadas em pH baixo;
  • Produção de cloretos metálicos;
  • Acidificação de poços de petróleo.
  • Regeneração de resina de troca iônica, ele retira os íons trocados retidos na resina, deixando-a pronta para nova utilização;

Uma coisa interessante sobre o ácido clorídrico é que, apesar dele ser altamente tóxico em caso de ingestão na sua forma líquida, esse ácido está presente no suco gástrico. Essa secreção produzida pelo estômago é formado pelo próprio ácido clorídrico, enzimas, sais e muco. Ela mantêm o pH do estômago entre 0,9 e 2 proporcionando assim a melhor destruição das células de alimento pra que possamos absorver os nutrientes.
O ácido também age como um ativador da enzima chamada pepsina para que ela quebre as proteínas, que são grandes moléculas, em cadeias menores para que possam ser mais facilmente absorvidas. Outra função sua é reduzir o crescimento de bactérias causadoras de doenças e infecções. Quando essa produção de ácido se descontrola, sente-se o que se conhece por azia, que pode ser aliviada com a ingestão de bases, como hidróxido de magnésio (leite de magnésio) ou bicarbonato de sódio.
Fontes:
http://www.infopedia.pt/$acido-cloridrico
http://www.afh.bio.br/digest/digest1.asp

Clasificação Produtos Perigosos

Publicado: 2 de junho de 2011 em etrentendimento

A classificação adotada para os produtos considerados perigosos, feita com base no tipo de risco que apresentam e conforme as Recomendações para o Transporte de Produtos Perigosos das Nações Unidas, sétima edição revista, 1991, compõe-se das seguintes classes, definidas nos itens 1.1 a 1.9:

Classe 1 -

EXPLOSIVOS

Classe 2 -

GASES, com as seguintes subclasses:
Subclasse 2.1 – Gases inflamáveis;
Subclasse 2.2 – Gases não-inflamáveis, não-tóxicos;
Subclasse 2.3 – Gases tóxicos.

Classe 3 -

LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS

Classe 4 -

Esta classe se subdivide em:
Subclasse 4.1 – Sólidos inflamáveis;
Subclasse 4.2 – Substâncias sujeitas a combustão espontânea;
Subclasse 4.3 – Substâncias que, em contato com a água, emitem gases inflamáveis.

Classe 5 -

Esta classe se subdivide em:
Subclasse 5.1 – Substâncias oxidantes;
Subclasse 5.2 – Peróxidos orgânicos.

Classe 6 -

Esta classe se subdivide em:
Subclasse 6.1 – Substâncias tóxicas (venenosas);
Subclasse 6.2 – Substâncias infectantes.

Classe 7 -

MATERIAIS RADIOATIVOS

Classe 8 -

CORROSIVOS

Classe 9 -

SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS DIVERSAS.
   
Os produtos das Classes 3, 4, 5 e 8 e da Subclasse 6.1 classificam-se, para fins de embalagem, segundo três grupos, conforme o nível de risco que apresentam:
  - Grupo de Embalagem I – alto risco;
- Grupo de Embalagem II – risco médio; e
- Grupo de Embalagem III – baixo risco.

O transporte de resíduos perigosos deve atender às exigências prescritas para a classe ou subclasse apropriada, considerando os respectivos riscos e os critérios de classificação constantes destas Instruções. Os resíduos que não se enquadram nos critérios aqui estabelecidos, mas que apresentam algum tipo de risco abrangido pela Convenção da Basiléia sobre o Controle da Movimentação Transfronteiriça de Resíduos Perigosos e sua Disposição (1989), devem ser transportados como pertencentes à Classe 9. Exceto se houver uma indicação explícita ou implícita em contrário, os produtos perigosos com ponto de fusão igual ou inferior a 20ºC, à pressão de 101,3kPa, devem ser considerados líquidos. Uma substância viscosa, de qualquer classe ou subclasse, deve ser submetida ao ensaio da Norma ASMT D 4359-1984, ou ao ensaio para determinação da fluidez prescrito no Apêndice A-3, da publicação das Nações Unidas ECE/TRANS/80 (Vol. 1) (ADR), com as seguintes modificações: o penetrômetro ali especificado deve ser substituído por um que atenda à Norma da Organização Internacional de Normalização – ISO 2137-1985 e os ensaios devem ser usados para substâncias de qualquer classe.

Produtos derivados do petróleo

Publicado: 1 de junho de 2011 em etrentendimento

O petróleo bruto contém centenas de diferentes tipos de hidrocarbonetos misturados e, para separá-los, é necessário refinar o petróleo

As cadeias de ­hidrocarbonetos de diferentes tamanhos têm pontos de ebulição que vão aumentando progressivamente, o que possibilita separá-las através do processo de destilação. É isso o que acontece em uma refinaria de petróleo. Na etapa inicial do refino, o petróleo bruto é aquecido e as diferentes cadeias são separadas de acordo com suas temperaturas de evaporação. Cada comprimento de cadeia diferente tem uma propriedade diferente que a torna útil de uma maneira específica.

Para entender a diversidade contida no petróleo bruto e o motivo pelo qual o seu refino é tão importante, veja uma lista de produtos que obtemos a partir do petróleo bruto:

  • gás de petróleo: usado para aquecer, cozinhar, fabricar plásticos
    • alcanos com cadeias curtas (de 1 a 4 átomos de carbono)
    • normalmente conhecidos pelos nomes de metano, etano, propano, butano
    • faixa de ebulição: menos de 40°C
    • são liquefeitos sob pressão para criar o GLP (gás liquefeito de petróleo)
  • nafta: intermediário que irá passar por mais processamento para produzir gasolina
    • mistura de alcanos de 5 a 9 átomos de carbono
    • faixa de ebulição: de 60 a 100°C
  • gasolina: combustível de motores
    • líquido
    • mistura de alcanos e cicloalcanos (de 5 a 12 átomos de carbono)
    • faixa de ebulição: de 40 a 205°C
  • querosene: combustível para motores de jatos e tratores, além de ser material inicial para a fabricação de outros produtos
    • líquido
    • mistura de alcanos (de 10 a 18 carbonos) e aromáticos
    • faixa de ebulição: de 175 a 325°C
  • gasóleo ou diesel destilado: usado como diesel e óleo combustível, além de ser um intermediário para fabricação de outros produtos
    • líquido
    • alcanos contendo 12 ou mais átomos de carbono
    • faixa de ebulição: de 250 a 350°C
  • óleo lubrificante: usado para óleo de motor, graxa e outros lubrificantes
    • líquido
    • alcanos, cicloalnos e aromáticos de cadeias longas (de 20 a 50 átomos de carbono)
    • faixa de ebulição: de 300 a 370°C
  • petróleo pesado ou óleo combustível: usado como combustível industrial, também serve como intermediário na fabricação de outros produtos
    • líquido
    • alcanos, cicloalcanos e aromáticos de cadeia longa (de 20 a 70 átomos de carbono)
    • faixa de ebulição: de 370 a 600°C
  • resíduos: coque, asfalto, alcatrão, breu, ceras, além de ser material inicial para fabricação de outros produtos
    • sólido
    • compostos com vários anéis com 70 átomos de carbono ou mais
    • faixa de ebulição: mais de 600°C

Você pode ter notado que todos esses produtos têm tamanhos e faixas de ebulição diferentes. Os químicos tiram vantagem dessas propriedades ao refinar o petróleo. Veja a próxima seção para descobrir os detalhes deste processo.